Seguidores do Maluco por Tênis, aqui vai a nossa entrevista com o fã do esporte, Iuri Brito.
Maluco por Tênis
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
As dificuldades de se tornar um tenista
“Quando crescer, quero ser jogador
de futebol”. Talvez essa seja a frase mais ouvida por todos os pais nesse
mundo. Principalmente aqui, no Brasil. “Quero ser jogador de tênis” é uma frase
que, convenhamos, eu nunca ouvi de uma criança. Embora saibamos todas as
diferenças entre futebol e tênis, talvez haja uma explicação para isso que
poucos falam.
Se tornar um tenista profissional
no Brasil é uma missão difícil de ser alcançada. Quando assistimos pela TV uma
partida profissional, pensamos em todo aquele luxo e não imaginamos a
dificuldade que foi chegar até ali.
Para início de conversa, é preciso
falar da restrição do esporte. O tênis, infelizmente, é um esporte apenas para
ricos. É verdade que nosso segundo melhor tenista, o Feijão, é de classe baixa.
O ex-boleiro é um caso totalmente fora da curva. A grande maioria das quadras
aqui no nosso país pertencem a clubes, isto é, é preciso pagar. É necessário um
treinador, raquetes e bolinhas, enfim, é um esporte não acessível a todos. Iuri
Brito, fã do esporte, lamenta:
- Infelizmente não é para todos. É
uma pena, pois é um esporte viciante.
A situação se reflete no nível do
tênis. E Iuri reclama:
- Nosso último talento foi o Guga.
Antes dele, só a Maria Esther Bueno. É
pouco. O Brasil é um país enorme, a gente precisa revelar mais jogadores de
nível mundial.
Peguemos o exemplo aqui perto, na
Argentina. Não à toa nossos vizinhos já levaram a Copa Davies algumas vezes e
estão sempre com tenistas no topo. A escola argentina é boa porque lá o esporte
de bolinhas é muito mais acessível.
A parte financeira,
naturalmente, já diminui a chance de acharmos um grande talento. Mas, como dito
antes, está longe de ser a única dificuldade. O tênis é um esporte de dedicação.
O talento é importante, claro, mas não suficiente. É preciso dedicação total
desde o começo. Isso começa a assustar na adolescência, quando o jovem passa a
se interessar por outras coisas, como festas, bares etc.
É difícil viver do tênis. Ser
tenista profissional é querer viver o desafio do impossível virando possível
todo dia. A evolução é a diária e a dedição a maior possível.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Federer e seus fãs
Galera que acompanha o blog, vejam que história incrível:
Um fã do Federer acordou depois do coma de 11 anos e, ao perguntar pelo ídolo, ficou espantado ao saber que ele ainda está jogando em alto nível.
Em 2004, o espanhol Jesus Aparício (nome fictício), que hoje está com 29 e sempre assistiu aos jogos do Federer, sofreu um acidente e acordou apenas mês passado. Ao perguntar, descobriu que o suiço estava na final do US Open.
Um fã do Federer acordou depois do coma de 11 anos e, ao perguntar pelo ídolo, ficou espantado ao saber que ele ainda está jogando em alto nível.
Em 2004, o espanhol Jesus Aparício (nome fictício), que hoje está com 29 e sempre assistiu aos jogos do Federer, sofreu um acidente e acordou apenas mês passado. Ao perguntar, descobriu que o suiço estava na final do US Open.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Curiosidades sobre o tênis
. O saque mais rápido do mundo foi do tenista Andy Roddick: 246.2 km/h.
. No feminino, o recorde é de Vênus Williams: 207.6 km/h.
. Roger Federer é o maior vencedor de
torneios de Grand Slam, com 17 títulos.
. Margaret Smith é a maior vencedora de
torneios de Grand Slam, com 24 títulos, em segundo está Steffi Graf, com
22 títulos e em terceiro Serena Williams, com 21.
. A Associação de Tenistas Profissionais inaugurou o ranking mundial em 1973.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Brasil é rebaixado na Copa Davies
O Brasil foi rebaixado, neste final de semana, para a segunda divisão do tênis mundial. Enfrentando a Croacia, Belluci e companhia não resistiram e estão na segundona da Copa Davis. Foram dias nada memoráveis para os jogadores, mas a verdade é que o revés em casa começou bem antes do primeiro ponto. Quando o time croata entrou em quadra comandado pelo enorme potencial de Borna Coric, número 38 do mundo aos 18 anos, o Brasil já tropeçava em suas próprias pernas.
Pode não parecer, mas o local do confronto faz tanta diferença quanto no futebol. Na Copa Davis, o mandante do confronto escolhe em que quadra as partidas serão realizadas. A torcida não faz tanta diferença. Na maioria dos casos, o que vale é saber em que condições seus atletas jogam melhor. Pensa-se também em quais situações os atletas adversário rendem menos. Não a toa. os rivais da Espanha de Rafael Nadal costumam evitar o saibro. No Brasil, Thomaz Bellucci e João Souza, o Feijão, preferem quadras de saibro com alguma altitude, onde o jogo é um pouco mais rápido. Soares e Melo, responsáveis pela dupla brasileira, também preferem condições mais rápidas de jogo.
A Confederação Brasileira de Tênis, no entanto, optou por fazer o confronto em Florianópolis, ao nível do mar, na qual o jogo é mais lento. Não se sabe o real motivo para a escolha, mas esportivo é que não foi. Jogar no Costão do Santinho não só foi ruim para os brasileiros, como ajudou a Croácia, que tem tenistas habituados a condições assim: saibro, nível do mar, alta umidade. A única vantagem brasileira passou a ser a torcida – o que, no tênis, não faz muita diferença.
Agora já foi. O Brasil precisa se reorganizar tanto dentro como fora das quadras para voltar à primeirona da Davies e, quem sabe, um dia ganha-la.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Sobre mim
Fala, amigos. Deixe-me apresentar. Me chamo Arthur Cingolani Grunewald da Cunha, tenho 21 anos e estudo Jornalismo na PUC-Rio. Como muitos por aqui, sou apaixonado por esportes, principalmente por tênis. Por isso, criei o blog. Acompanhem. Um abraço!
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